your language


". . . . Essas palavras tristes e desorganizadas escondem as lágrimas que eu espero que tu nunca vejas . . . ."







quinta-feira, 7 de julho de 2011

just to say . . .#8


                                                            Se tudo fosse assim tão simples . . . .
Na vida nada é fácil. Por detrás de algo objectivo e linear, haverá sempre a complexidade subjectiva de determinados pontos de vista do nosso foro intelectual. E eu não sou excepção à regra. Só que desta vez, apenas desta vez queria ter algo substancial pelo qual determinar as raízes quadradas de um futuro quase sem cor, mas que ainda espera pelo resultado positivo; de uma vida em que os dissabores se multiplicam e os sonhos se dividem. Falta então subtrair os ânimos e o 'carpe diem' imoderado, que raras vezes povoam o meu consciente. O que fica, espero poder dizer que estará errado, que não ficará assim, que mudará e seguirá em frente para outra operação que apareça na minha vida, a qualquer altura, porque de imprevistos e acidentes, está o mundo cheio!

terça-feira, 5 de julho de 2011

words



Engulo-te aos poucos em palavras. 
Nelas surge aquele prazer precoce de um sentir que não se tem, mas que só de ouvir se esfuma a mente na saudade e no desejo. 

quarta-feira, 29 de junho de 2011


Eu já não aguento mais!
E ainda falta tantooooooooooo!!!

i just need a second to breathe

domingo, 19 de junho de 2011

such a lonely day II

 
Queria muito ficar e deixar-me andar mas não posso. É impossível, estou de partida. Todos os momentos são escassos, todos os passos caminham para o precipício, todos os gritos ecoam num infinito, que tem limite. Mas eu não vou continuar, estou farta, desgastada como uma velha rocha. Chega. Basta. Vou dar uma volta, atirar-me dali para baixo e renovar-me, modificar-me, nascer de outra maneira, numa outra altura, noutra época, desprendida de tudo e de todos; vou largar os preciosismos da vida que afinal nem são assim tão precisos e partir à aventura de uma outra vida que ainda não é minha mas será um dia, não agora, mas será. Até lá, contam-se as estrelas no céu, diz-se 'olá' ao vizinho despreocupadamente, ouve-se música e fingi-se que tudo está okay, sorri-se aos olhos dos outros e continuamos com o obscuro dentro de nós, até voltarmos a ver luz, não sei quando, também não estou preocupada.  



(Até lá continuo a estudar, como sempre. Até breve)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

it (really) Sucks III

          Saudades que tenho de escrever sem a pressão de ter de me despachar. As palavras passam a correr, não há grande meditação. Só mesmo o sentimento de desabafo não pensado fica expresso em parcas frases de cansaço físico e emocional. Aqui deixo um até breve, uma fugaz ausência nestes dias, para conseguir atingir os objectivos a que me propus durante este semestre. 

domingo, 12 de junho de 2011

happy thoughts

 

E tudo o que tu tens de fazer é pensar assim . . . .Só tens de agarrar as oportunidades, sentir-te livre e divertida o suficiente para dares rumo à tua vida e para obteres dela o que pretendes.

So run, laught, be wild and live your life like there's no tomorrow!

That's what i am trying to do too

sábado, 11 de junho de 2011

why ? 4


Porque é que uma pessoa se sente tão incapaz, tão impotente, tão sem conhecimento, quando chega a hora de realmente aplicar conhecimentos que deveriam ser intrínsecos, à partida, desde a nascença? Porque não consigo eu, ao contrário das outras pessoas, libertar caminho e fazer as coisas como deve ser? Serei tão diferente dos outros? Serei eu mesma um fantoche da minha própria consciência, que não me deixa actuar livremente? Não sei o que dizer, não sei o que fazer. Eu pensava que estava bem reger-me deste modo, então e se não está? Então e se na realidade não é o suficiente? Como consigo eu ultrapassar toda a situação, e não esbarrar na parede de um beco sem saída, sem poder voltar atrás? Sim, eu preciso da tua ajuda. E tu sabes. Tu entendes-me. E já percebeste o meu defeito, só que eu simplesmente, ainda sou uma criança, embora sabendo o que quero, não sei como conseguir obter, não tenho fins lucrativos pelos vistos. E não quero perder uma vez mais. Não desta vez. Eu preciso de vencer, eu estou a tentar lutar, mas poucas alternativas me restam, o meu dicionário polissémico de palavras, parece que se esgota em determinadas situações. Os assuntos pairam no ar, e não assentam em concreto. E eu ando assim à deriva, apanhando palavras breves aqui e ali. Dizem que às vezes o nosso caminho já está escrito nas linhas do Destino, se assim for, valerá mesmo a pena, ou estarei eu uma vez mais a sonhar? Adianta? Não? Sim?



 Help me please sis!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ao acaso


Deambulei ao acaso pelas ruas do sentimento e não senti. Quis correr, mas as minhas pernas não deixaram, estavam agarradas, como que com cimento, à quietude passiva daquele canto da cidade. A razão imperava num lugarejo do outro lado, mas nem por isso a conseguia alcançar também. Fiquei no chamado 'limbo', num intervalo insubstancial, que não tinha coordenadas definidas. Não dava para traçar rotas, ou sequer imaginar qualquer outro modo de sair dali. Só então me lembrei, que tinha de descansar. Tinha de esquecer todos os episódios vividos, refazer o meu interior, e destruir a vagueza inquietante que preenchia o meu ser. E assim, tão breve como a vontade de me libertar, soltaram-se as amarras que ainda me prendiam àquele solo tão movediço, que queria para sempre me aprisionar. Não foi necessário nenhum esforço físico, psicológico ou emocional, somente com o anti-peristaltismo de todas as minhas emoções fui capaz de deitar contas à vida e avançar, naquele que teria sido um passeio num dia perfeitamente normal. 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

think about that IV

 
Já sei que tenho de pôr 'one smile on my face' e às vezes custa, e bastante acreditem. Mas eu estou a ficar melhor, digamos que pseudocurada de traumatismo profundo no centro de mim mesma. Vou parar de reagir e começar a agir. Porque nos actos é que está o desenrolar do novelo que é a minha vida, e amanhã é apenas o início da história presa-predador que eu vou redigir na minha mente. Sucesso garantido? Não diria tal coisa, mas que custa tentar? Se errar é humano, então eu posso (DEVO) arriscar! 

domingo, 5 de junho de 2011

coisas universitárias V


E os "Xutos e Pontapés" ontem à noite puseram-nos ao rubro. Saltei, gritei, aplaudi, libertei toda a energia que tinha aprisionada em mim. Numa palavra: Brutal! Venham mais concertos como este!

Entretanto há agora o regresso ao estudo, que eu tanto Odeio, mas que tem mesmo que ser. Enfim . . .Wish me luck! 

sexta-feira, 3 de junho de 2011

i miss you

 

Se soubesses o quanto sinto a tua falta. A tua ausência não é demonstrada por fora, antes me corrói por dentro. Co-habita comigo e contribui para a falsidade da minha máscara tão alegre e despreocupada. Mas os outros não vêem, os outros não percebem, os outros não sabem.  E este é apenas mais um dia que eu tenho de viver sem ti. 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

music in me

 
Ontem foi dia de espectáculo. Ontem foi dia de sair à noite e ouvir uma Orquestra. 
Dizer que adorei é pouco. À medida que se ouvia o desenrolar dos sons, todos o mundo envolvente era esquecido. Ao dedilhar das cordas, ao som melodioso dos clarinetes e flautas transversais, toda a minha alma transcendeu para um plano incorpóreo e imaterial. Todo o meu corpo se envolveu da mais pura e arrebatadora música que possa existir. Sentimentos a deambular de um lado para o outro, a cabeça vazia de pensamento, mas tão cheia de ritmo e vivacidade. Primeiro andamento de um tom estrondoso, angustiante, melancólico, para depois se lhe seguir momentos de um consolo descontente, que só a música consegue descrever e dar a conhecer tão bem.  Já de modo efusivo e entusiástico, foi finalizada a noite, tirando assim um último fôlego, que nalguns corpos poderia ainda existir.  


quarta-feira, 1 de junho de 2011

think about that III

 
Existirão sempre situações na vida que te farão pensar. 
Há quem diga que se deve seguir o coração, há quem apoie que as decisões devem ser tomadas com base na razão. Mas eu questiono-me. Não será tudo o mesmo? Não estarei eu a ter como raiz a emoção, sabendo que esta mesma é regida por impulsos vindos, não do coração, mas sim do meu intelecto?!. . . . Se assim for, que me deixe levar então pelos sentimentos, tão inexplicáveis, e ao mesmo tempo tão conscientes, mas que aos olhos dos outros não passam de meros palpites incontextualizados, que não têm, nem fazem qualquer sentido. 

segunda-feira, 30 de maio de 2011

just to say . . .#7

Raise the voice of the heart, is not allways easy . . . .

Yesterday was not the day, neither today, neither tomorrow, but someday it will be 

sábado, 21 de maio de 2011

it (really) Sucks II


Odeio estar assim aprisionada, em altura de frequências, com cadernos e apontamentos. Não tenho tempo para nada, não consigo fazer nada de jeito, o tempo passa a correr e quando dou por mim, já é quase noite e o dia não me rende nada .. .. Odeio esta época. O calor insuportável, o verão mesmo aí a chegar, e praia nem vê-la, passeios quase inexistentes, devorar filmes e mais filmes quase impossível, enfim.... Estou tramada. Tramadíssima. O que vale é que ainda vou brincado aqui com o bunny e pintando as unhas, sempre dá para aliviar a mioleira. Até às férias resta-me devorar toneladas de matéria e pensar no que não vou ter de fazer all summer

I just wanna run away of this fucking life!


domingo, 15 de maio de 2011

Red Riding Hood












Acabei agora de ver o filme e ADOREIIII!
Fenomenal mesmo.
Lenda, tempos antigos, romance, paisagem deslumbrante e banda sonora incrível.
Está aprovado!

sábado, 14 de maio de 2011

think about that II

[Será que realmente aprendemos com os erros do passado ou acabamos sempre por tropeçar na mesma pedra?]

sexta-feira, 13 de maio de 2011

today I feel . . . II


Hoje é mesmo daqueles dias em que penso 'Hummm nãaaa' 
A preguiça está em alta e não deveria estar, mas vá amanha será a atacar na matéria. . . (ou não)

coisas universitárias IV

 
Aulas, actividades, trabalhos. No meio da turbulência do dia-a-dia existem pequenos momentos em que estamos todos reunidos, em que cantamos ao luar ao ritmo de uma guitarra. Nesses instantes breves da nossa vida, nada mais importa que a felicidade conjunta, os risos depois de cada letra trocada, ou dos teatros improvisados e músicas de praxes, que nos lembram todas as horas em que estávamos unidos e partilhávamos vivências uns com os outros. As velas ardem sob a brisa ligeira noite, derrete a cera, e apagam-se. Porém estas recordações não partem, não se vão. Antes ficam marcadas, como memórias inesquecíveis que sempre serão. 

sweet little things II



Adoro tudo o que sejam bicharocos pequenos, super doces, com uns olhinhos pequenitos e carinhosos. Busco a minha felicidade no amor constante que os animais me conseguem dar. 

pretty little things III









Think pink, think positive!
Be feminine, be sweet, be yourself and you will be happy! 

sábado, 7 de maio de 2011

why ? 3




















"I don't want to run away but I can't take it, I don't understand
If I'm not made for you then why does my heart tell me that I am?
Is there any way that I could stay in your arms?
If I don't need you then why am I crying on my bed?
If I don't need you then why does your name resound in my head?
If you're not for me then why does this distance maim my life?" 
D. Bedingfield, If you're not the one


just to say . . .#6



Há dias em que sinceramente não é necessário ter elevada sapiência para perceber que há coisas que vão correr mal, porque assim tem de ser e não há nada a fazer em contrário. Pois eu bem queria ter calma, força e devoção para levar a minha vida com imensa auto-estima e determinação, mas não dá! E sabem porquê? Porque eu não sou feita de ferro, nem de ouro, ou qualquer outro metal precioso. Não nasci em altura propícia à completa realização do ser. Não consigo demonstrar aquilo que não sinto, nem tampouco arranjar mil e uma desculpas na minha cabeça, para ter motivação suficiente, para levar com paciência certos percalços da vida que estão sempre a surgir.  Existem pessoas porém em que a vida, se não 'é um mar de rosas' é um imenso oceano de concretização dos objectivos pessoais e aí por diante. Eu não as invejo, ou melhor, talvez um pouco, porque não fui 'fadada' para 'complacência' face à dor, nem para a riqueza de ter uma vida sortuda no meio daqueles que de ausência de felicidade andam a boiar feitos parvos, totalmente à deriva nas lágrimas que inundam as suas (e a minha) vidas! Porém eu não me deixo estar assim. Eu vou remar contra a maré,  lutar por entre rajadas de vento e tempestades e  superar. A beleza por vezes não é tudo, bem o sei, e a confiança está em falta quando realmente queremos encontrar a coragem, para seguir os nossos caminhos. 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

poetry III

 
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre
.

Albert Einstein 

royal marriage

 

Pois é há uma semana que foi o casamento real. Unforgetable. 

pretty little things II













 
Quando o fascínio pelo que é belo se apodera de nós leva a uma batalha incessante contra o que se quer, o que se deseja e o que realmente nos faz falta.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

domingo, 1 de maio de 2011

Mother's day


Hoje não estou contigo, mas o meu pensamento está em ti. 
Love you mummy 

coisas universitárias II


Com umas das mais importantes frequências à porta  (faltam apenas 2 dias) sinto-me impotente, completamente descontextualizada da matéria e pronta a entrar em pânico. Só quero chegar a quinta, já com a frequência feita e só ter de me preocupar com o jantar de curso e outras coisas que não me espremem os neurónios tanto quanto o estudo. Bahh livrem-me disto!

(Nem tenho tempo para navegar pela 'blogsfera', nem para coisa alguma. . . )